Roncar pode aumentar seu risco de infarto

O roncar ao dormir tem consequências muito maiores do que apenas incomodar seu parceiro(a). Ele pode indicar a presença de uma grave condição conhecida como apneia obstrutiva do sono (AOS).

Estudos feitos com portadores dessa doença demonstraram que os pacientes afetados tem maiores contagens de leucócitos totais, o que sugere que distúrbios na imunidade inata podem ser uma via que conectam a presença da AOS com as doenças cardiovasculares (DCV). Esse é um dos resultados apresentados em um artigo Annals of the American Thoracic Society.

A pesquisa, mostra ainda que fatores de risco cardiovascular não tradicionais, tais como os marcadores inflamatórios, parecem ser um dos mecanismos por traz da associação entre AOS e DCV especialmente em alguns subgrupos populacionais, entre eles: adultos do sexo masculino, homens de meia-idade, e negros.

De fato, AOS e DCV compartilham vários fatores de risco. No entanto, boa parte das pesquisas investigando os mecanismos fisiopatológicos que ligam as duas doenças foca apenas nos fatores tradicionais, por exemplo, hipertensão, obesidade, dislipidemia e diabetes. Nesta, porém, é demonstrado que os marcadores inflamatórios também parecem desempenhar um papel importante nesse cenário.

O estudo mostrou associação independente e linear entre AOS e maior contagem de neutrófilos, menor valor de HDL-colesterol e maior valor de pressão arterial diastólica. Mas também evidenciou que a associação entre AOS e fatores metabólicos e inflamatórios foi maior em alguns subgrupos como citado. A associação com inflamação foi maior entre os indivíduos mais jovens (menos de 65 anos de idade) e no grupo étnico negro. Nessas subpopulações, a maior contagem de leucócitos total esteve ainda mais fortemente associada com IAH.

Entre indivíduos afro-americanos, também houve associação mais forte entre contagem de monócitos e IAH do que nos outros grupos étnicos. Alterações metabólicas da glicose, em associação com AOS, também foram maiores no grupo mais jovem do que nos mais velhos, e AOS esteve mais fortemente associada com elevação dos triglicerídeos nos homens do que nas mulheres.
Na suspeita de apnéia do sono, o paciente deve ser avaliado por meio de uma exames chamado polissonografia e ter sem perfil inflamatório mensurado com exames. Converse com seu médico sobre isso.

Referência: https://portugues.medscape.com/verartigo/6502514

Psicobióticos e o tratamento do transtorno da ansiedade e depressão

Por Nutri Luciana Andrade

Um estudo brasilieiro publicado em 2018 foi concluido que Probióticos específicos, nomeados Psicobióticos, favorecem a homeostase intestinal levando a Simbiose, trazendo melhora no quadro inflamatório e melhora na resposta ao estresse físico e psicológico. Os Psicobióticos produzem benefícios para a saúde em pacientes que sofrem de doenças psiquiátricas, mostrando-se eficazes no tratamento dos Transtornos de Ansiedade.
Desta forma, fica clara a importância de uma microbiota saudável e de uma barreira intestinal preservada para a saúde mental e para o adequado funcionamento do cérebro. Para cuidar da complexa microbiota intestinal e da permeabilidade do intestino, é recomendado a redução do estresse e do uso indiscriminado de antibióticos, mas, além disso, consumir uma dieta nutricionalmente equilibrada, rica em fibras e baixa em gorduras saturadas e carboidratos refinados. O consumo de fibras promove um aumento de bactérias benéficas e inibe a proliferação das bactérias nocivas, alterando o equilíbrio entre a saúde e a doença.

Em resumo, existe uma relação entre a Nutrição, a Microbiota Intestinal e o Cérebro, e essa relação evolve secreções hormonais que influenciam na saúde do hospedeiro, inclusive quanto a saúde mental. Os Psicobióticos se mostraram eficazes na modulação do sistema regulador. As cepas derivadas de microbioma humano de Lactobacillus reuteri suprimem potentemente citocinas pró-inflamatórias como o fator de necrose tumoral humana (TNF).

Estudos apoiam a presença de um gene regulador, rsiR, que modula a expressão de um agrupamento de genes conhecido por mediar a imunorregulação por probióticos no nível da transcrição. A resposta de estresse HPA exagerada por camundongos GF foi revertida por reconstituição com Bifidobacterium infantis. Esses achados podem apontar o caminho para novas estratégias para controlar a expressão gênica em probióticos por meio de intervenções dietéticas ou manipulação de microbiomas.

Porém são necessários mais estudos em humanos para verificar as cepas adequadas e as quantidades terapêuticas.

Referência bibliográfica: PSICOBIÓTICOS UMA FERRAMENTA PARA O TRATAMENTO NO TRANSTORNO DA ANSIEDADE E DEPRESSÃO IN Revista UNILUS Ensino e Pesquisa v. 15, n. 40, jul./set. 2018 ISSN 2318-2083 (eletrônico)

Panax Ginseng – Você conhece essa poderosa planta?

Por Nutri Mariana Domício

Panax ginseng é comercializado e usado para manter a energia natural, aumentar as habilidades mentais e físicas, melhorar o humor e promover a saúde e o bem-estar em geral.

O Panax é muito estudado para diminuir fadiga crônica, cansaço, apresentando excelentes resultados na melhora da qualidade de vida, representada por questionários específicos validados.

O ginseng conta com vitaminas B1, B2 e B3, que agem no metabolismo da glicose, dos ácidos graxos e aminoácidos, auxiliando o organismo a utilizar essas substâncias com eficiência. Sendo eficaz na performance esportiva, aumentando tempo do exercício físico em humanos.

Também apresenta uma grande capacidade antioxidante melhorando a recuperação muscular pós exercícios de alta intensidade, sendo uma excelente suplementação para os praticantes de Crossfit, triathlo e musculação.

Ela pode ser consumida nas formas de pó, extrato seco padronizado (capsula) e tintura. O pó pode ser adicionado em sucos e sopas.

REFERÊNCIAS:

AL- KURAISHY, Hayder M.; ALI, Taissir Lateef. Panax ginseng and Ergogenic Profile: Randomized, Placebo Controlled Study. British Journal of Medicine & Medical Research, v. 17, n.5, p.1-7, 2016.

WANG, Jia; SUN, Chengxin; ZHENG, Yan; et al. The effective mechanism of the polysaccharides from Panax ginseng on chronic fatigue syndrome. Arch. Pharm. Res., 2013.
CALDWELL,Lydia K.;DUPONT, William H.;BEELER, Matthew K.; et al. The Effects of a Korean Ginseng, GINST15, on Perceptual Effort, Psychomotor Performance, and Physical Performance in Men and Women. Journal of Sports Science and Medicine, v. 17, p. 92-100, 2018.

Vitamina D aliada do sistema imunológico

Por Nutri Luciana Andrade

A produção de vitamina D, como resultado da radiação ultravioleta B da luz solar que penetra na pele, normalmente fornece de 80% a 100% das necessidades de vitamina D do corpo, com uma pequena quantidade normalmente proveniente da dieta (boas fontes incluem peixes oleosos e gemas de ovos).

É amplamente aceito que a vitamina D desempenha um papel importante no aumento da imunidade inata através da indução de proteínas antimicrobianas; no entanto, muitas das ações da vitamina D na imunidade adquirida são de natureza anti-inflamatória. Agora está claro que a vitamina D tem papéis importantes, além de seus efeitos bem conhecidos na homeostase do cálcio e dos ossos.

Há um interesse crescente nos benefícios da suplementação de vitamina D, conforme estudos relatam insuficiência de vitamina D em mais da metade de todos os atletas e militares testados durante o inverno, quando a luz solar da pele ultravioleta B é insignificante. A evidência esmagadora apoia a prevenção da deficiência de vitamina D para manter a imunidade e reduzir a carga de infecção respiratória superior, tanto nos atletas e militares quanto na população geral.

A suficiência de vitamina D pode ser alcançada através da exposição segura à luz solar no verão e onde a triagem indica insuficiência, suplementação de 1000 UI/dia de vitamina D3 no inverno.

Referência: Nutrition and Athlete Immune Health: New Perspectives on an Old
Paradigm apud Neil P. Wals

Suplementação de creatina é eficaz no retardo do envelhecimento dos músculos e ossos?

Por Nutri Luciana Andrade

Você conhece a sarcopenia?

Ela é uma doença multifatorial caracterizada por uma redução progressiva da massa muscular, força (dinapenia) e desempenho físico. A etiologia da sarcopenia é complexa e envolve alterações na morfologia das fibras musculares, atividade neuromuscular, cinética de proteínas, endocrinologia e inflamação.
A sarcopenia está associada a massa óssea e força óssea reduzidas e pode ser um fator que contribui para o aumento dos riscos de quedas e fraturas frequentemente observadas em adultos idosos.

Está bem estabelecido que o treinamento resistido é uma intervenção eficaz no estilo de vida para melhorar envelhecimento da massa muscular, força e acúmulo ósseo.

A evidência acumulada indica que a creatina suplementação, com e sem treinamento de resistência, tem possíveis efeitos anti-sarcopênicos e antidinapênicos efeitos Especificamente, a suplementação de creatina aumenta a massa muscular e a força do envelhecimento parte inferior do corpo), possivelmente influenciando o metabolismo de fosfato de alta energia, a cinética das proteínas musculares e fatores de crescimento.

A suplementação de creatina mostrou potencial para aumentar o mineral ósseo em alguns estudos, mas não em todos, e parece afetar a ativação das células envolvidas na formação óssea e reabsorção.

A creatina tem o potencial de diminuir o risco de quedas experimentadas por adultos idosos o que reduziria posteriormente o risco de fratura.
Finalmente, evidências preliminares sugerem que a creatina pode ter efeitos anti-inflamatórios durante períodos de estresse metabólico elevado, como durante exercício aeróbico prolongado/intenso. A creatina não parece reduzir indicadores de inflamação durante o treinamento de resistência.

Embora a pesquisa seja limitada, a suplementação de creatina não parece afetam negativamente os marcadores da função hepática ou renal em adultos idosos.

Pesquisas futuras devem objetivamente examinar a segurança e os efeitos a longo prazo da suplementação de creatina nas propriedades dos músculos, ossos e inflamação em várias populações envelhecidas e em estado de doença.

REFERÊNCIA: 1- Effectiveness of Creatine Supplementation on Aging Muscle and Bone: Focus on Falls Prevention and Inflammation
Received: 21 March 2019; Accepted: 9 April 2019; Published: 11 April 2019

Controle seus níveis de Insulina, controle o surgimento do câncer de próstata

O conhecimento médico atual sugere que a insulina tem um papel no surgimento de determinados tipos de cânceres como o de próstata. 👉Isso se baseia no fato da insulina ser um importante fator de crescimento celular e vários estudos já demonstraram que os níveis do hormônio IGF1 (fator de crescimento semelhante à insulina) bem como o seu receptor estão elevados em pessoas com câncer de próstata. Dessa forma uma estratégia de prevenção e de retardo do crescimento do câncer de próstata parece ser manter baixos e controlados os níveis sanguíneos de insulina.
Nesse contexto, a dieta e alguns fármacos podem ajudar.

Com relação a dieta o chamado índice glicêmico, desenvolvido para pessoas com diabetes, e que tem por objetivo mensurar a capacidade de determinado alimento estimular a produção de insulina pelo corpo, pode ajudar na escolha alimentar mais adequada. Esse índice classifica os carboidratos em uma escala de 0 a 100, dependendo de quanto esses alimentos aumentam os níveis de açúcar no sangue após o seu consumo. O consumo de alimentos com baixo índice glicêmico reduz os níveis de açúcar no sangue, diminui a produção de insulina e isso pode ter impacto a longo prazo na prevenção do câncer.

De forma semelhante alguns estudos já apontam que o fármaco metformina, uma medicação que controla os níveis de açúcar no sangue, pode ser utilizada tanto para prevenção como para o tratamento de determinados tipos de cânceres.

Converse com seu médico sobre esse tema.

Referência: 1- Prostate Cancer, Nutrition, and Dietary Supplements in https://emedicine.medscape.com/article/453191-overview?src=emailthis

A quantidade de gordura e de carne na sua dieta pode ser um fator de risco para o câncer de próstata

Whittemore et al. Estudaram a relação entre dieta, atividade física e tamanho corporal em homens negros, brancos e asiáticos que moram na América do Norte e descobriram que o único fator que se correlacionava com o câncer de próstata era a QUANTIDADE DE GORDURA NA DIETA. O mesmo aconteceu nos homens havaianos; a maior prevalência de câncer de próstata foi em homens com maior consumo de gordura saturada. Um estudo publicado “Nature Genetics” e na “Nature Communication também afirma que a dieta ocidentalrica em gordura aumentam o risco de metástase no câncer de próstata.

Em um outro estudo com animais realizado por Wang et al, foi evidenciado que uma dieta com baixo teor de gordura diminuiu o crescimento de células tumorais da próstata.

Ou seja, a quantidade de gordura da dieta do homem pode sim tornar-se um fator de risco para o câncer, assim como a carne vermelha.
Estudos epidemiológicos sugeriram uma correlação entre a ingestão de carne vermelha e o câncer de próstata. Giovannucci et al relataram que homens com maior consumo de carne vermelha tiveram 2,64 vezes mais chances de desenvolver câncer de próstata do que homens com menor consumo!

A associação entre consumo de carne e câncer de próstata é particularmente forte com carnes cozidas em altas temperaturas e carbonizadas, incluindo carnes processadas, como salsichas e bacon, Tempos de cozimento mais longos, aumento da temperatura, churrasco e fritura de tais carnes produzem quantidades maiores de compostos como aminas heterocíclicas e N-nitrosaminas. E estes, foram adicionadas à lista de possíveis agentes cancerígenos pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA.

Converse com seu médico sobre como a redução da quantidade de gordura e carne vermelha da dieta podem ajudar na prevenção do câncer de próstata.

Referência: 1- Prostate Cancer, Nutrition, and Dietary Supplements in https://emedicine.medscape.com/article/453191-overview?src=emailthis

Mais plantas, menos carne, menos diabetes

Por Dr. Geraldo Amorim: Recente pesquisa conduzida nos Estados Unidos demonstrou que pessoas de meia idade cuja dieta é baseada em plantas (principalmente semi-vegetarianos, mas também vegetarianos e veganos) eram menos propensas a desenvolver diabetes tipo 2, do que as que comiam mais carne, peixe, ovos e laticínios.
No geral, as pessoas com a ingestão mais alta de qualquer alimento a base de plantas tiveram um risco 23% menor de desenvolver diabetes tipo 2, independente do índice de massa corporal (IMC), em um acompanhamento de 2 a 28 anos.

“O uso de Carne, e especialmente de carne processada, está associado ao maior risco de desenvolver diabetes, insuficiência cardíaca, câncer, hipertensão, derrame, hiperlipidemia, ataques cardíacos e morte, enfatizou Kim Allan Williams, MD, chefe da divisão de cardiologia do Rush University Medical Center, Chicago, Illinois, em um email ao Medscape Medical News. E reforça a mensagem principal: “Mais plantas. Menos carne. Menos diabetes”.

É importante ressaltar que os participantes da categoria de maior aderência a uma dieta baseada em vegetais ainda consumiam aproximadamente 1,7 a 3,9 porções por dia de laticínios, ovos, peixe ou carne.
Devido a esse fato os pesquisadores ponderam que estudos adicionais são necessários para verificar se a redução adicional destes alimentos aumentaria os benefícios à saúde.
De acordo com Michelle L. O’Donoghue, MD, MPH, professora associada de medicina da Harvard Medical School e cardiologista do Brigham and Women’s Hospital, Boston, Massachusetts, concorda que os resultados “contribuem para um crescente corpo de pesquisa que uma dieta rica em plantas e com baixa ingestão de animais pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver muitas doenças ocidentais crônicas, incluindo diabetes tipo 2”.

FONTE: ‘Mais plantas, menos carne, menos diabetes’, indica nova análise – Medscape – 22 de jul de 2019 em https://www.medscape.com/viewarticle/915873

Subir escadas – Aliado no controle hormonal da menopausa

A menopausa tem sintomas como dores de cabeça, fogachos, sudorese noturna e depressão, além de outros sintomas, como a perda de memória, ganho de peso e doença óssea. Mulheres pós-menopáusicas são mais propensas a ter baixos níveis de estrogênios, o que pode levar a problemas musculares e de pressão. Para controlar estes sintomas, subir escadas é uma ótima opção.
Um estudo publicado no jornal Menopausa examinou a rigidez arterial, pressão sanguínea e força nas pernas em mulheres pós-menopáusicas e com hipertensão no estágio 2. As participantes subiram 192 degraus de duas a 5 vezes por dia, 4 dias na semana. Foi observado o aumento da força muscular nas pernas das participantes e a pressão arterial delas decresceu.
Portanto, são inegáveis os benefícios de simplesmente subir escadas, um exercício que pode ser realizado sem precisar sair de casa, nem gastar dinheiro com academias e equipamentos especiais.

Referências: https://www.dailymail.co.uk/health/article-5390975/Study-shows-climbing-stairs-helps-counter-menopause.html
https://www.menopause.org/for-women/menopauseflashes/exercise-and-diet/fitness-after-40-building-the-right-workout-for-a-better-body
https://womenshealth.news/

Suplementos para hipertrofia muscular

Por Luciana Andrade

Partindo do pressuposto que primeiro temos que fazer a base: DIETA, TREINO e DESCANSO, os suplementos com maior evidência científica para a hipertrofia muscular são:

  • Proteínas: que podem ser do leite, da carne. No caso das veganas, devem vir preferencialmente de mais de uma fonte vegetal (ex: ervilha + amêndoas). É necessário adequar a ingestão proteica, em termos de quantidade, fracionamentos das tomadas (mais importante do que a ingestão diária total em si), tipo de proteína, e a digestibilidade de acordo com cada indivíduo;
  • Creatina: melhora o desempenho durante os exercícios, retarda a fadiga, aumenta a capacidade, foco e acelera a recuperação no pós treino;
  • Ácidos graxos poli-insaturados tipo Omega 3 que têm propriedades anti-inflamatórias,e podem facilitar os processos anabólicos, melhorando a síntese proteica muscular e promovendo a sinalização e fosforilação de vias anabolizantes tanto em jovens quanto em idosos;
  • HMB: o hidroximetilbutirato é um excelente anticatabólico que também atua no metabolismo energético, estimulando a hipertrofia, a força e a recuperação pós-treino. Os efeitos do HMB estão relacionados com a intensidade do treino (quanto mais intenso, maior o efeito).

Consulte o seu nutricionista ou médico esportivo para ele prescrever o melhor suplemento de acordo com suas necessidades.

Referência bibliográfica: VALENZUELA PL. et, al. Supplements with purported effects on muscle mass and strength. Eur J Nutr. 2019. doi: 10.1007/s00394-018-1882-z.