Testosterona – O hormônio amigo da sua saúde!

Neste Novembro azul nada melhor que falar do Hormônio mais amado no mundo do esporte e fundamental para a saúde masculina.

A testosterona, hormônio associado ao desejo sexual e ao ganho de massa muscular, tem inúmeras outras ações benéficas que você nem imagina. Podemos citar:

▶ Ela é amigo do coração, protegendo e prevenindo ataques cardíacos;
▶ É amigo do cérebro, ajudando a prevenir contra a demência de Alzheimer e demência vascular;
▶ É amigo do pâncreas, facilitando o trabalho da insulina, ajudando na prevenção do Diabetes;
▶ É amiga das mulheres também, favorecendo a assertividade e o ganho de massa muscular.

Lembrando que a testosterona não trabalha sozinha e é preciso haver um equilíbrio entre os seus níveis e os de estradiol e diidrotestosterona, para que haja preservação da saúde.
Converse com seu médico clínico sobre como dosar e optimizar os níveis desse poderoso hormônio.

Diabetes e os hábitos que mudam uma vida

Indivíduos com resistência à insulina tem risco elevado de desenvolver o diabetes tipo 2.
Medidas simples e eficazes podem prevenir, ou menos retardar o aparecimento desse mal que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

  • Redução de peso e da adiposidade visceral, onde a perda de 5-10% do peso já são suficientes para minimizar o risco;
  • Aumento da ingestão de fibras, alimentos ricos em ômega 3, magnésio e de baixo índice glicêmico;
  •  Atividade física ( mesclando treino de força e aeróbico ) sob supervisão; – Restrição da ingestão de gorduras, trans e ômega 6;
  • Otimização dos níveis hormonais e de vitamina D ; – Melhora da qualidade do sono;
  • Estratégias dietéticas como a dieta low carbo, cetogênica e paleolítica sob orientação da nutricionista;

Procure seu médico clínico para mais orientações e definições de estratégias clínicas e laboratoriais para um tratamento individualizado.

Suspeita de lesão nos rins?

O EXAME DE CREATININA AJUDA A RESPONDER ESSA PERGUNTA

Você sabia que a creatinina é produzida pelos músculos e é eliminada pela urina, mas pode se acumular no sangue, caso os rins não consigam eliminá-la de forma adequada?

✅ Por isso, dosar a creatinina em exames de sangue ou de urina é uma forma de descobrir precocemente se os rins não estão funcionando bem.

✅ Se os níveis dessa substância estiverem acima do considerado normal podem ser um sinal de lesão nos rins. Essa lesão pode ser tanto nos vasos sanguíneos que os irrigam, como também uma infecção renal grave, uma reação medicamentosa ou uma nefrite (uma inflamação renal).⠀

✅ Como o nível de produção da creatinina no organismo se dá de acordo com o índice de massa muscular, os homens – que tem naturalmente mais músculos – têm seus níveis mais elevados que as mulheres e isso se reflete no resultados dos exames de sangue.⠀

✅ Portanto, atletas e fisiculturistas também podem ter a creatinina mais elevada devido ao aumento da massa muscular e não devido a uma lesão no rim. Mas essa diferença entre lesão renal e um achado dentro da normalidade só pode ser definido após a avaliação do seu médico nefrologista.

Fonte: sbnefro⠀

O paciente renal crônico pode praticar atividade física?

Pode e deve!
O diagnóstico e o tratamento da doença renal crônica devem assegurar ao paciente a manutenção da qualidade de vida.

Ao contrário do que se pensa, tanto os indivíduos em tratamento hemodialítico, quanto aqueles em tratamento conservador e os transplantados renais devem fazer da atividade física mais uma ferramenta de manutenção da sua saúde.

Os exercícios regulares, sejam eles aeróbicos e/ou de força, através da promoção do fortalecimento muscular e da resistência física, aumentam a qualidade de vida, e diminuem os índices de inflamação e oxidação, nesses indivíduos.

Isso promove a redução das hospitalizações e das complicações decorrentes da doença, como a sarcopenia.

A liberação para a prática de atividade física deve ser feita após avaliação médica criteriosa, que podem incluir testes como a ergoespirometria que fornecem dados precisos sobre o grau de aptidão física, além de estratificar o risco do paciente ser portador de doenças cardíacas.

Fonte: sbnefro